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A guerra como gatilho

  • 18 de jul. de 2025
  • 1 min de leitura

A intersecção entre a média-arte e os cenários de guerra, revela-se um campo de estudo fascinante e complexo.

A média-arte, nas suas diversas expressões - seja pela lente fotográfica, pelo cinema, pelo ecrã televisivo ou pela arte digital - consolidou-se como um veículo de comunicação incontornável, documentando a realidade, mas também moldando percepções e influenciando o decurso dos acontecimentos.

Fröhlich (2018) evidencia o potencial da arte como instrumento de informação e de persuasão. Por um lado, governos e instituições militares, aplicam estratégias visuais sofisticadas para legitimar as suas acções; por outro, artistas e jornalistas empenham-se em expor verdades incómodas. Este delicado equilíbrio entre a disseminação de informação e a difusão de propaganda, suscita questões éticas prementes acerca da responsabilidade dos criadores de conteúdo e do impacto de suas obras na sociedade.

A ubiquidade e a instantaneidade proporcionadas pelas tecnologias mediáticas contemporâneas amplificaram expo-nencialmente o alcance e o impacto da arte visual nos contextos bélicos.


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© Sandra Maria Teixeira  2024|25

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Este Diário Digital de Bordo foi desenvolvido no âmbito do módulo de Projecto em Média-Arte Digital (PMAD), módulo integrado na Unidade Curricular de Seminário de Investigação e Produção Artística (SIPA) do Doutoramento em Média-Arte Digital (DMAD), uma parceria entre a Universidade do Algarve e a Universidade Aberta.

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