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Conceptualização

  • 18 de jul. de 2025
  • 1 min de leitura

A conceptualização do projeto baseia-se numa abordagem técnica e conceptual rigorosa, utilizando o arquivo fotográfico de Alfredo Cunha para repensar conflitos armados e sua representação mediática. O objetivo é estimular uma análise crítica sobre violência, resistência cultural e o ato de olhar como gesto político, articulando imagem, som e palavra. A poesia serve como fio condutor da narrativa audiovisual, funcionando como instrumento

Fotografia de Alfredo Cunha
Fotografia de Alfredo Cunha

de resistência e questionamento.

A videoarte, com duração aproximada de dois minutos, aposta numa experiência intensa e concentrada, capaz de provocar reflexão sensorial e crítica. Para tal, utiliza projeção de alta-definição a preto e branco, valorizando o detalhe e a densidade simbólica das imagens. O componente sonoro envolve música instrumental open source, sons de guerra e a locução do poema da artista, buscando uma dimensão imersiva.

A curadoria do arquivo privilegia imagens do corpo em situações de conflito, focando-se na dignidade e resistência humanas. O vídeo é estruturado em duas fases temporais distintas, com movimentos subtis (paralaxe) para enriquecer a imersão. O projeto recusa interatividade complexa, apostando numa arquitetura adaptável e de fácil manutenção, desenhada para diversos contextos expositivos e ciclos de fruição contínua. A escolha da voz da artista para a locução reforça a autenticidade e inscreve resistência cultural no contexto da obra.


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© Sandra Maria Teixeira  2024|25

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Este Diário Digital de Bordo foi desenvolvido no âmbito do módulo de Projecto em Média-Arte Digital (PMAD), módulo integrado na Unidade Curricular de Seminário de Investigação e Produção Artística (SIPA) do Doutoramento em Média-Arte Digital (DMAD), uma parceria entre a Universidade do Algarve e a Universidade Aberta.

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